sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

O DIA DO PENSAMENTO...

O dia 22 de Fevereiro é, para os Escuteiros de todo o Mundo, o DIA DO PENSAMENTO, mas também é  conhecido como o dia do Fundador, porque se celebra, neste dia, o nascimento de B.P., razão porque os Escuteiros e Guias em todo o Mundo  comemoram este dia realizando  actividades onde se promove a reflexão sobre as mais variadas temáticas, a uma escala global.
O Dia do Pensamento (originalmente "Thinking Day") não é propriamente uma novidade e conta já com 84 anos de existência.
 Foi criado em 1926, na quarta conferência mundial das Guias e Escuteiras.
Durante a conferência foi considerado que seria importante existir um dia especial para as Guias e Escuteiras em todo o mundo.
Escolheu-se o dia 22 de Fevereiro para o "Dia do Pensamento" porque era, simultaneamente, o dia de aniversário de Baden-Powell e da sua mulher Olave, chefe mundial das Guias.
O Dia do Pensamento foi-se tornando numa iniciativa cada vez mais transversal, deixando de ser de domínio exclusivo das Guias e Escuteiras.
O Dia do Fundador permite que cada um de nós se incorpore no espírito de Baden Powell, seguindo o seu exemplo na observância dos Princípios,  Lei e Promessa.
Em Baden Powell descobrimos que a Fraternidade não é uma palavra vã!
FELIZ DIA DO PENSAMENTO!!!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

TEMPOS DE NATAL...

 
O Escuteiro está Sempre Alerta,
a Bússola sempre empunhada
para encontrar o Caminho
para a Gruta sagrada!
Fica em Belém de Judá...
recolhe humildes animais,
mas dela sai tanta Luz...
...ouve-se música celestial:
"GLÓRIA A DEUS LÁ NAS ALTURAS...
PAZ NA TERRA ENTRE AS PESSOAS"
cantam as brilhantes criaturas
como sendo Laudes ou Loas
dedicadas ao Deus nascido
para gáudio do género humano...
como devia acontecer, não me engano,
mas o mundo está tão dividido...
Mesmo assim, nós, os Escuteiros,
ao Chefe Divino, afinal,
devemos ser os primeiros
a prestar-Lhe honras sem igual
e dar d'Ele o testemunho
de uma vida Fraternal!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

O CNE EM CONGRESSO...


O Corpo Nacional de Escutas, como organismo de charneira a quem vem sendo cometida a responsabilidade de educar pela acção os jovens que lhe vão sendo confiados, já de há muito enveredou por fazer um permanente processo de autocritica e reflexão, pelo que a Associação convocou, uma vez mais, a Sociedade e o Movimento para darem respostas às preocupações educativas e sociais a que devemos estar atentos no século XXI.
Faz parte dessa atenção:
- A reflexão sobre a situação atual do Corpo Nacional de Escutas no século XXI , tendo como base os diversos contributos recolhidos, as experiências vividas e o impacto social da Associação;
- A dinamização de um espaço de encontro, reflexão, debate em torno da Identidade, Valores e Missão do Corpo Nacional de Escutas;
- A identificação dos eixos estratégicos da Associação que permitam uma dinâmica nacional de desenvolvimento sustentado;
 
-  A dotação da Associação de um acervo de produções reflexivas sobre o seu presente e futuro numa perspectiva facilitadora de dinâmicas participativas similares. 


Patriarca quer que os escuteiros ajudem a levantar Portugal


Costumamos dizer uma vez escuteiro, escuteiro para toda a vida. É mais que uma frase, é uma convicção e uma experiência”, diz D. Manuel Clemente.
No momento de crise que o país atravessa, os escuteiros devem ser portadores de uma mensagem de
esperança e solidariedade, considera o Patriarca de Lisboa. 
Para explicar isto, D. Manuel Clemente lembrou os seus tempos de caminheiro. “Eu lembro-me do velho
hino do CNE que me custava um bocadinho a dizer. ‘Fomos nós os primeiros a levantar  Portugal’, achava um bocadinho de mais. Mas se não fomos na altura, sejamos agora, porque isto precisa mesmo de ser
levantado. Coragem!
As palavras de incentivo de D. Manuel Clemente ecoaram na Cordoaria Nacional onde centenas de
escuteiros assistiram à missa. Maria José, do Algarve, leva com ela a mensagem de “vencer as dificuldades
da própria crise”.
Já Pedro, do Porto, acredita que: “
Devemos ser nós a dar o exemplo e a levantar-nos neste contexto, para
que outros nos possam seguir”.
Em tempo de crise, a fibra de que são feitos os escuteiros é necessária ao país lembra o Patriarca: “
Quem
passa pelo escutismo ganha esta maneira de estar com os outros, para os outros. É importantíssimo, porque se trata quase de refazer agora toda a sociedade.
D. Manuel Clemente confirma também que continua a identificar-se perfeitamente com o movimento
escutista: “Costumamos dizer uma vez escuteiro, escuteiro para toda a vida. É mais que uma frase, é uma convicção e uma experiência.
Escuteiro há 51 anos, Carlos Pereira, chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas, conhece bem esta
missão: “É o que nos anima todos os dias. Quando nos levantamos temos vontade de poder ser útil a quem quer que seja.”
"
Escutismo: educar para a vida no século XXI" foi o tema do Congresso que reuniu os escuteiros católicos,
sábado e domingo, em Lisboa. O Congresso assinala os 90 anos do CNE - Corpo Nacional de Escutas.
O CNE nasceu em Braga. Hoje está hoje presente em todas as dioceses do país, com mais de 72 mil
elementos e é o maior movimento juvenil em Portugal."

.
 Fonte: Rádio Renascença

segunda-feira, 20 de maio de 2013

D. MANUEL CLEMENTE NO CONGRESSO

 


Patriarca quer que os escuteiros ajudem a levantar Portugal



 
Costumamos dizer uma vez escuteiro, escuteiro para toda a vida. É mais que uma frase, é uma convicção e uma experiência”, diz D. Manuel Clemente.
No momento de crise que o país atravessa, os escuteiros devem ser portadores de uma mensagem de
esperança e solidariedade, considera o Patriarca de Lisboa. 
Para explicar isto, D. Manuel Clemente lembrou os seus tempos de caminheiro. “Eu lembro-me do velho
hino do CNE que me custava um bocadinho a dizer. Fomos nós os primeiros a levantar  Portugal’, achava
um bocadinho de mais. Mas se não fomos na altura, sejamos agora, porque isto precisa mesmo de ser levantado. Coragem!
As palavras de incentivo de D. Manuel Clemente ecoaram na Cordoaria Nacional onde centenas de
escuteiros assistiram à missa. Maria José, do Algarve, leva com ela a mensagem de “vencer as dificuldades da própria crise”.
Já Pedro, do Porto, acredita que: “
Devemos ser nós a dar o exemplo e a levantar-nos neste contexto, para
que outros nos possam seguir”.
Em tempo de crise, a fibra de que são feitos os escuteiros é necessária ao país lembra o Patriarca: “
Quem
passa pelo escutismo ganha esta maneira de estar com os outros, para os outros. É importantíssimo, porque se trata quase de refazer agora toda a sociedade.”
D. Manuel Clemente confirma também que continua a identificar-se perfeitamente com o movimento
escutista: “Costumamos dizer uma vez escuteiro, escuteiro para toda a vida. É mais que uma frase, é uma convicção e uma experiência
Escuteiro há 51 anos, Carlos Pereira, chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas, conhece bem esta
missão: “É o que nos anima todos os dias. Quando nos levantamos temos vontade de poder ser útil a quem quer que seja.”
"
Escutismo: educar para a vida no século XXI" foi o tema do Congresso que reuniu os escuteiros católicos,
sábado e domingo, em Lisboa. O Congresso assinala os 90 anos do CNE - Corpo Nacional de Escutas.
O CNE nasceu em Braga. Hoje está hoje presente em todas as dioceses do país, com mais de 72 mil
elementos e é o maior movimento juvenil em Portugal."
.
 Fonte: Rádio Renascença

sábado, 16 de março de 2013

"O ESCUTA É... "


Também já senti a necessidade de conhecer os jovens de uma forma mais profunda, visando poder contribuír para o seu crescimento "EM GRAÇA E IDADE", como manifestamos no nosso propósito de educar concientemente os Lobitos que um dia  são entregues aos  nossos cuidados no Agrupamento ou no Grupo, se somos do CNE ou da AEP.
É assim que chegamos à necessidade de conhecer os nossos, raparigas ou rapazes,não importa, a um nível psicológico capaz de nos deixar à vontade para com eles seguir uma pista de vida, caminhar rumo a um ideal que os torne confiantes e confiáveis. Vejamos então como agem psicológicamente aqueles que estão de passagem para os 'Séniores', porque estão na
PRÉ-ADOLESCÊNCIA
Eis algumas características da 'criança' entre os 13 e 14 anosas características da 'criança' entre os 13 e 14 anos


1. No aspecto psicológico
1.1. A adolescência supõe uma mudança rotunda na sua pessoa.
1.2. Grande instabilidade, com antinomias como: alegria-tristeza, responsabilidade-inconsciência, timidez-audácia, solidão-afecto, passando de umas a outras com grande facilidade.
1.3. Por isso manifesta em algumas ocasiões reacções imprevisíveis.
1.4. Precisa de conselho, mas foge dele. “Quase todos os adolescentes se revoltam contra as proibições da família, mostram-se ansiosos e indecisos, perturbados e com falta de confiança neles próprios, procuram a segurança que lhes dá o grupo de indivíduos da mesma idade , tendem ao snobismo e a excluir os que não são membros do grupo. Anseiam pela aprovação daqueles que são mais velhos do que eles”.
1.5. A sua conduta mostra-se por vezes agressiva.
1.6. É pouco efusiva com a família, mas sofre, no entanto, uma intensificação da sua capacidade afectiva, parecendo que o seu coração se esponja.
1.7. É altruísta e pode comprometer-se em mil objectivos diferentes.
1.8. Possui um grande afã de independência, que conduz à separação do adolescente daqueles que exerceram algum domínio sobre ele.
1.9. Brusquidão e rebeldia perante toda a limitação e travagem.
1.10. Tendência a destacar a sua personalidade perante os outros, não pelo cultivo de qualidades mas pela imitação de personagens famosas, companheiros ou professores que possuem as qualidades que ela gostaria de ter.
1.11. Adopta atitudes extravagantes, é excêntrica no vestir; tudo isto são modos de chamar a atenção, juntamente com formas anti-sociais de conduta.
1.12. Manifesta falta de inclinação pelo trabalho.
1.13. Deseja o convívio com os adultos com antagonismo em relação à família, amigos e sociedade em geral.
1.14. Sentimentos de auto-importância; enfrenta-se em igualdade física relativamente aos mais velhos, esperando que lhe concedam os privilégios e direitos que eles têm.
1.15. Tem uma confusa desordem de impressões, imagens e novos sentimentos, pois recebe cada dia múltiplas impressões e tem que aprender um maior numero de coisas pela sua própria conta, o que lhe é difícil.
1.16. Esconde os complexos de inferioridade, ignorância e insegurança que às vezes tem com reacções de desembaraço, altivez ou timidez, com o que pretende sobrevalorizar-se perante os seus semelhantes e atrair a sua atenção.
1.17. É a fase do nascimento da intimidade.
1.18. Na amizade há uma grande variabilidade; são pouco duradouros os laços amistosos, apesar de precisar das amizades
2. Atitude das pessoas implicadas na sua educação
2.1. O adolescente precisa especialmente de compreensão e carinho à sua volta, aceitação da idade crítica em que se encontra e ajuda para se aceitar e se compreender a si próprio.
2.2. Precisa de motivação: convém procurar as mínimas ocasiões para lhe estimular o desenvolvimento espiritual, intelectual e emocional.
2.3. Convém fazê-lo sentir-se responsável, ainda que para o ser cometa erros e enganos. É a melhor idade para adquirir o sentido da responsabilidade.
2.4. Precisa de orientação ou direcção: temos de lhe proporcionar meios adequados para satisfazer rectamente as necessidades iniludíveis.
2.5. À luz da maturidade, perecem-nos claros e às vezes absurdos os seus problemas, porque os sabemos considerar objectivamente, coisa que o adolescente não consegue fazer. Daí a importância de nos pormos no seu lugar e de não julgarmos ou não compararmos os seus problemas aos nossos, sob o nosso ponto de vista, porque ao fazê-lo simplificamo-los e não os consideramos como os grandes problemas que são para ele.
2.6. Temos de o ajudar a formar a sua personalidade, a ser livre, num clima de compreensão, amor, sacrifício, comunidade de bens e solução das necessidades dentro da família. Esta tem uma grande força para o conseguir.
2.7. Ajudá-lo a integrar-se na vida e no ambiente social que o rodeia. Chegar a educá-lo integralmente.
2.8. Convém que o adolescente possa pôr as suas dúvidas, de qualquer género, a alguém que não se escandalize sem motivo suficiente, que admita que as coisas acontecem por inadvertência ou falta de experiência, sem porém permitir que volte a repetir-se aquilo que não está de acordo com as leis morais ou da sociedade.
2.9. Temos de facilitar o clima propício para a sua auto-estima, autonomia, integração e transcendência, através da sua própria experiência; assim, ajudaremos o adolescente a dar sentido à sua vida e a conquistar a sua própria maturidade.
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Bibliografia: Autores  vários

sábado, 9 de fevereiro de 2013

carnaval...CARNAVAL..? tá fixe!

 
Não é o Fernando Alonso, nem sequer Pedro Lamy, mas sim um Escuta fogoso... que dá espectáculo para ti!
Não temos agora feriado... que mais se pode dizer? Que o Carnaval nunca acaba, quando o sabemos viver!
Se passares na Pampilhosa, vê se ajudas os Escuteiros... Dá lá um passo de dança, mete qualquer coisa na pança... eles são uns gajos porreiros!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012